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Pangur Ban, um gato medieval

segunda-feira, abril 13, 2009

cataz6a4Durante o século IX, monges irlandeses migravam de seu país natal a fim de evitar o horror das incursões vikings. Um desses anônimos refugiara-se em Reichenau, junto ao Lago Constança. Eternizou nestas linhas (conservadas no original para preservar a graça da composição) o seu carinho e gratidão ao amigo, companheiro de fuga:

I and Pangur Ban my cat, ‘Tis a like task we are at,
Hunting mice is his delight, Hunting words I sit all night
‘Tis a merry thing to see, At our tasks how glad are we
When at home we sit and find, Entertainment to our mind.
‘Gainst the wall he sets his eye, Full and fierce and sharp and sly,
‘Gainst the wall of knowledge I, All my little wisdom try.
So in peace our task we ply: Pangur Ban my cat and I
In our arts and in our bliss, I have mine and he has his.

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