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A volta de meu caro amigo

quarta-feira, abril 30, 2008

Sim, sim, aí está ele. De volta, meu amigo de uma vida. Demorou-se, e tornou a demorar-se, como sempre. Tinha receio que não o recebessem apropriadamente. Esse temor, sensível que é, ao contrário do que dizem, acompanha-o insistentemente. Já o vi por aqui ainda hoje, falei com ele rápidas palavras, o habitual agradecimento quando da chegada e algumas boas-vindas. Digo que demorou-se mas, na verdade, posso ser tomado como ingrato. Espero que fique o tempo justo, pensei, mas não o afirmei em alta voz. Da curta caminhada desta manhã recolhi as impressões de sempre. Pouca, muito pouca, animação pela sua presença, tinham mesmo a expressão debochada de quem vê uma excentricidade. “Ah, que imbecis!”, diria Antonida Vassílievna Tarassiévitcheva, a enérgica avó da imaginação de Dostoiévski. Só assim acalmamos a alma, mas será que não vêem?! Por certo não… Espero que fique o tempo justo.

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