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Poesia, depois arrogância

sábado, agosto 25, 2007

Difícil como tentar não parecer pretencioso ou arrogante, arregimentar três centenas de reais para comprar esta garrafa é impossível. Por ora, espero. Tenho ímpetos de escrever sobre vinhos, no que me dou conta da própria ignorância — provisória, espero, visto que já está sendo devidamente remediada, “piano, piano”. O vinho, além de tótem da arrogância, é para mim, a despeito disso, um dos temas mais encantadores da Humanidade. Poesia líquida, apesar dos maneirismos e verborrágica eloqüência, pois como já me alertou prezado amigo, a inteligência é humilde. Beleza e prazer, tão somente, que são fundamentais e indispensáveis.

Brunello di Montalcino, melhor vinho do mundo em 2006 na eleição da revista Wine Spectator, e suas especificações na devidamente apropriada língua-mãe. Produzido na província de Siena, coração da Toscana.

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